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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Jornalista que sobreviveu a queda de avião posta foto no hospital.

07/12/2016



O jornalista Rafael Henzel, um dos seis sobreviventes da queda do voo com a delegação da Chapecoense, postou na noite desta segunda-feira (5) uma foto no hospital onde se recupera na Colômbia, país onde caiu o avião. Na rede social, ele agradeceu o carinho que recebeu e pediu orações para os três jogadores do clube que também sobreviveram.
"Eu não tinha a mínima ideia do carinho e da torcida de vocês. Cada mensagem me enche de força para o tratamento. Como todo guerreiro Chapecoense, vou firme pra voltar ao convívio. Rezem pelo Folmann, Ruschell e Neto", escreveu o jornalista na rede social.
Em recuperação no Hospital San Vicente Fundación, Henzel está com pneumonia, mas já respira normalmente. A equipe médica afirmou que identificou a bactéria que causou a doença e o jornalista está com a medicação específica. Rafael Henzel trabalha em uma rádio de Chapecó, Oeste de Santa Catarina.
Áudio
A Rádio Oeste Capital FM, onde Rafael trabalha, divulgou um áudio do jornalista. Na gravação, ele diz: "Oi pessoal, bom dia a todo mundo. Estou com a voz assim porque estou há muito tempo sem usar. Dizer que tá tudo bem. Estamos avançando. Deus me deu uma segunda chance e a gente vai comemorar muito. Todos nós. Tudo vai ficar bem. Tavinho tá bem. Logo nós vamos para casa para curar todas as lesões. O importante é que estamos vivos aqui pronto para a próxima. Beijo para todo mundo", falou, emocionado.
O acidente
O voo que transportava a equipe da Chapecoense partiu na noite de segunda-feira (28) de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, em direção a Medellín. Em coletiva de imprensa, Julio César Varela, da Direção Geral de Aeronáutica Civil boliviana, disse que o avião decolou em "perfeitas condições".
Segundo a imprensa local, a aeronave perdeu contato com a torre de controle às 22h15 (1h15 na hora de Brasília), entre as cidades de La Ceja e Abejorral, e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, perto de Medellín, deixando 71 mortos, entre jogadores e delegação da Chapecoense, jornalistas e tripulantes. (G1)

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