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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Calendário de vacinas é alterado pelo Ministério da Saúde

13/01/2016


O Calendário Nacional de Vacinação vai mudar. As três doses da vacina contra a paralisia infantil vão ser injetáveis, a partir de agora. Essa é uma das mudanças do calendário de vacinação, anunciadas pelo Ministério da Saúde. A aplicação das vacinas contra meningite, pneumonia e HPV também vão ter alterações.
No caso da meningite, as primeiras doses continuam do mesmo jeito, aos três e cinco meses, mas o reforço, que antes era dado com um ano e três meses, agora deve ser aplicado antes, com um ano.
A vacina contra a paralisia infantil também mudou. A terceira dose, que antes era dada com as gotinhas, aos seis meses, passa a ser aplicada com injeção. Agora, as três primeiras doses da vacina são todas injetáveis, aos dois, quatro e seis meses. Depois disso, a gotinha vai continuar sendo usada como reforço e nas campanhas de vacinação. Mudança também na vacina contra pneumonia, que passa a ter uma dose a menos. Os bebês devem tomar a primeira dose aos dois meses, a segunda aos quatro meses e um reforço só quando completarem um ano.
Para as meninas de nove a 14 anos, a vacina contra o HPV, que previne contra o câncer no colo do útero também perdeu uma dose. Antes, eram três, agora serão apenas duas. A segunda dose será aplicada seis meses depois da primeira. Para as adolescentes com mais de 14 anos e para as mulheres adultas, a recomendação continua sendo a de tomar três doses da vacina.
O Programa Nacional de Imunizações, que inclui todas as vacinas do SUS, tem R$ 3,2 bilhões para este ano. O Ministério da Saúde garante que mesmo com a redução das doses a proteção será a mesma e que a mudança no calendário não tem nada a ver com custos: "Toda vez que o Ministério da Saúde muda o calendário, ele é baseado nas evidências científicas, nos trabalhos que são publicados à luz dessas necessidades de mudança. Não há nenhum objetivo de economia no programa e sim garantir a efetividade das ações de imunização do nosso país", afirma Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. (G1)

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